Home Site da Revista UFO

Participe do fórum

Você acredita no ET de Varginha? Tudo foi um fato ou apenas história?

Textos exclusivos
Marco Petit,
Co-editor da Revista UFO

Proposta de suborno
Uma reunião histórica
Brincar de fazer Ufologia
Manobras de acortamento
Irritação dos militares
Reconstituição da história
Queda de UFO confirmada
Aliens alvejados com fuzil
Envolvimento de Badan Palhares
Mortes no zoológico
Isolamento e morte
Pressões e manipulações
Uma tragédia familiar
Telefonemas ameaçadores
Posição de independência
Wallacy Albino
Conselho editorial da Revista UFO
Operação “Anões Grávidos” 
Ubirajara Rodrigues,
Consultor especial da Revista UFO
Varginha: respostas omitidas
Alterações e treino militar
Similares com Roswell
Incidentes extraordinários
Personagens misteriosos
Uma retração impossível
Olhos saltados e vermelhos
Agentes moralistas
Revelações inéditas
Testemunhas militares
Criatura lesionada
Complicações na pesquisa

Capítulos Bônus do livro

Biblioteca do Shopping UFO
Autor: Ubirajara Rodrigues
Edição: 2001
Páginas: 386
Código do livro: LV-08

Valor: R$ 42,20

Comprar




 

 

 

 

 

 

 

 




 

 

 

 

 

 

 

 

Mortes no zoológico

Sobre forte impacto emocional, ela entrou no salão onde era realizada a festa e pediu para seu marido levá-la embora, só revelando mais tarde sua experiência. Curiosamente, nos dias que antecederam o acontecimento, morreram de maneira misteriosa, no mesmo zoológico, vários animais que, apesar de terem suas vísceras estudadas, não se sabe do que morreram. “Não foi encontrado qualquer sinal que justificasse o acontecido”, declarou Ubirajara.

Em maio de 1996, poucos dias depois do incidente com dona Terezinha, mais uma criatura apresentando semelhança com as anteriormente descritas foi avistada, desta vez aparentemente tentando atravessar a estrada que liga Três Corações à vizinha Varginha. A testemunha foi o estudante Ildo Lúcio Gardino e o encontro aconteceu quando ele passava com seu carro bem em frente à propriedade de onde o casal Eurico e Oralina teve o avistamento de uma nave em forma de fuso, no mês de janeiro.

O aspecto mais delicado e ao mesmo tempo mais controverso do caso, entretanto, é, sem dúvida, a morte do policial militar Marco Eli Chereze, um dos integrantes do serviço de inteligência que participaram da captura da segunda criatura, ocorrida na noite de 20 de janeiro. Logo nos primeiros meses das investigações, surgiram a partir de outras fontes, principalmente através de um militar da reserva, informações sobre um policial que havia falecido de infecção generalizada após ter tido contato direto com um dos seres. Devido à gravidade da situação, o assunto foi tratado com todo o cuidado pelos pesquisadores envolvidos na investigação, enquanto Ubirajara Rodrigues buscava mais informações.

O ufólogo confirmou num cartório civil em que são registradas mortes em Varginha, que um policial havia realmente falecido pouco tempo depois da captura das criaturas. Ubirajara conseguiu uma cópia do registro de óbito e, através das informações constantes no mesmo, pôde localizar a família do rapaz. Progressivamente, foi ficando claro que um dos militares envolvidos no recolhimento da segunda criatura tinha sido o falecido. Uma mesma testemunha militar empregada anteriormente declarou que teve contato com membros do Exército relacionados com o rapaz morto, e que estes revelaram que, naquela noite, no momento da captura, a criatura teria esboçado uma leve reação e o policial teria tocado sem luvas em seu braço esquerdo. Para alguns de seus companheiros, ele havia sido contaminado de alguma maneira.

A família de Marco Chereze conseguiu, inicialmente, apenas abrir um inquérito na delegacia local, para apurar possíveis responsabilidades médicas que teriam levado à sua morte. Os parentes fizeram isso porque, poucos dias depois de 20 de janeiro, havia surgido um furúnculo numa das axilas do soldado, extraído logo em seguida nas dependências do próprio quartel da corporação. O que mais chamava a atenção da família de Chereze foi a total falta de informações sobre o estado de saúde e a morte do rapaz. Ele foi enterrado e, mesmo assim, meses depois, ninguém sabia exatamente os motivos de seu óbito. O próprio delegado de Varginha que presidiu o inquérito, apesar de sua insistência perante à corporação militar em que Chereze servia, não conseguiu ter acesso à documentação oficial ligada à necrópsia do soldado. A sonegação de informações sobre tal fato é simplesmente um desrespeito à família.

Caso Varginha© 2004 Centro Brasileiro de Pesquisa de Discos Voadores.
Todos os Direitos Reservados. Termos de Uso de Declaração de Privacidade.