Aliens
alvejados com fuzil
Segundo
este fotógrafo me confidenciou, num determinado dia
o comandante lhe confirmou que a história era realmente
verdadeira e que, em termos gerais, não diferia muito
do que a própria imprensa havia divulgado através
dos pesquisadores.
Ainda de acordo com o rapaz, Maciel teria dito que, se ele
passasse aquela informação para terceiros, o
bombeiro evidentemente negaria. Além dessa nova peça
no quebra-cabeça, outros dois depoimentos agregaram
mais tempero ao caso, o de um militar reformado e o de um
civil. De acordo com eles, por volta das 14h00 de 20 de janeiro,
membros do Exército fizeram uma busca numa mata situada
entre os bairros Jardim Andere e Santana. Foram ouvidos dois
tiros e em questão de segundos os militares saíram
da mata.
Dois deles estavam carregando sacos de campanha, dentro de
um dos quais havia algo que se movia, enquanto, no segundo,
apesar de conter alguma coisa do mesmo tamanho, não
foi notado movimento. Alguns pesquisadores sugerem que mais
duas criaturas foram localizadas e capturadas, talvez atingidas
pelos disparos. Mas ainda não existem evidências
definitivas que permitam essa interpretação.
De qualquer forma, por volta das 20h00 daquele dia, dois policiais
militares do serviço de inteligência localizaram
e capturaram outra criatura, também entorpecida e no
mesmo bairro da cidade. Tudo parece indicar que este segundo
ser foi o mesmo que havia sido visto na tarde daquele dia
por Liliane, Valquíria e a amiga Kátia.
Alguns dos aspectos mais importantes do Caso Varginha estão
relacionados a este ser que, segundo os depoimentos, foi conduzido
após a captura para o Hospital Regional do sul de Minas,
situado no centro da cidade, e horas depois transferido para
o Hospital Humanitas, onde acabou por falecer. Segundo testemunhas
civis e militares, todos os esforços foram efetivados
para mantê-lo com vida. Além da testemunha que
conheci pessoalmente, cuja gravação do depoimento
em vídeo fui o responsável, Ubirajara e Pacaccini
conseguiram outro relato, também gravado em vídeo,
sobre esse aspecto do caso. O depoimento foi prestado por
outro soldado do Exército, que também participou
do comboio responsável pela retirada da criatura da
cidade. Através dessa fita, pudemos ver que o militar
estava visivelmente abalado com o que presenciara. Falando
claramente, nunca vi um rosto expressar tanto pavor.
Como outras, essa testemunha militar também estava
visivelmente aterrorizada e não fez questão
alguma de esconder isso em seu depoimento aos ufólogos.
Tais militares descreveram as criaturas da mesma maneira que
Liliane, Valquíria e Kátia, dando ainda mais
credibilidade aos depoimentos civis.
Confirmaram
a participação na operação de
retirada da criatura do Hospital Humanitas, entre outros soldados,
o capitão Ramirez, o tenente Tibério, o sargento
Pedrosa, os cabos Vassalo e Welber, e o soldado De Melo. Estava
ainda presente, segundo nossas fontes militares, no interior
do próprio hospital, o tenente-coronel Olímpio
Vanderlei Santos, que comandou as operações.
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