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Você acredita no ET de Varginha? Tudo foi um fato ou apenas história?

Textos exclusivos
Marco Petit,
Co-editor da Revista UFO

Proposta de suborno
Uma reunião histórica
Brincar de fazer Ufologia
Manobras de acortamento
Irritação dos militares
Reconstituição da história
Queda de UFO confirmada
Aliens alvejados com fuzil
Envolvimento de Badan Palhares
Mortes no zoológico
Isolamento e morte
Pressões e manipulações
Uma tragédia familiar
Telefonemas ameaçadores
Posição de independência
Wallacy Albino
Conselho editorial da Revista UFO
Operação “Anões Grávidos” 
Ubirajara Rodrigues,
Consultor especial da Revista UFO
Varginha: respostas omitidas
Alterações e treino militar
Similares com Roswell
Incidentes extraordinários
Personagens misteriosos
Uma retração impossível
Olhos saltados e vermelhos
Agentes moralistas
Revelações inéditas
Testemunhas militares
Criatura lesionada
Complicações na pesquisa

Capítulos Bônus do livro

Biblioteca do Shopping UFO
Autor: Ubirajara Rodrigues
Edição: 2001
Páginas: 386
Código do livro: LV-08

Valor: R$ 42,20

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Manobras de acobertamento

A partir daquela data ficava claro, pelo menos para parte da imprensa, que algo de grave estava sendo encoberto. O general Lima não voltaria a falar sobre o caso publicamente. Procurado dias depois pelo jornalista Goulart de Andrade para uma entrevista, segundo o próprio jornalista, Lima teria dito que recebera ordens de Brasília para não mais se pronunciar. Mas algo muito sinistro estaria sendo planejado dentro da ESA, para abafar a propagação do caso, uma manobra que se mostraria inócua, face ao volume de evidências acumuladas pelos ufólogos.

A partir do que havia sido divulgado na reunião de 04 de maio, também ficava evidente para o comando da ESA que, apesar das pressões que fazia para a manutenção do sigilo em torno do Caso Varginha, membros de seu contingente não estavam tão dispostos a manter o acobertamento quanto se imaginava. Na visão de tal comando, algo precisava ser feito. Assim, por um lado, era necessário identificar nossos informantes, aqueles que estavam colaborando com os investigadores civis, e, por outro, criar um tipo de mecanismo que exercesse ao mesmo tempo maior pressão sobre aqueles que tinham algo realmente a revelar e atenuar o impacto de uma declaração pública de um dos envolvidos diretamente com os fatos. A ESA estava trabalhando contra o relógio. A partir dessas necessidades, foi deflagrada no dia 10 de maio uma sindicância interna na instituição, através da portaria militar número 033-AJ-G2. O documento que a criou, ao qual tivemos acesso recentemente, através de um de nossos informantes militares, é assinado pelo próprio comandante da instituição, o general Lima.

Por incrível que possa parecer, as primeiras páginas dessa documentação, se forem examinadas sem maior cuidado, podem dar a entender que ela foi criada para que o comando da ESA conseguisse descobrir se seus membros e equipamentos tiveram ou não ligação com os fatos denunciados pelos ufólogos. Por exemplo, se transportaram ou não uma criatura extraterrestre para fora da cidade de Varginha. Mas será que o general Lima precisava desta sindicância para ter respostas desse tipo? É claro que não! Dois dias antes, em seu pronunciamento aos jornalistas, numa tentativa de convencê-los de que tudo não passava de uma fantasia, o general Lima já havia afirmado que nenhum membro do contingente da instituição ou mesmo quaisquer recursos ligados à ESA tinham tido qualquer forma de participação nos fatos que estavam sendo divulgados pela imprensa.

Fotos Arquivo UFO

Algumas Instituições Envolvidas
no Caso Varginha: o Corpo de Bombeiros da cidade e a Escola de Sargentos das Armas (ESA), de onde partiram os homens que capturaram os seres. E os hospitais Regional do Sul de Minas e Humanitas, ambos de Varginha, para onde a segunda criatura foi levada

Caso Varginha© 2004 Centro Brasileiro de Pesquisa de Discos Voadores.
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